Terapia EFT ou Tapping – equilíbrio emocional

(EFT – Técnica de Libertação Emocional) psicoterapia integral: corpo, mente, emoções e energia >>>>> liberte o que precisa de perder. ganhe o que mais deseja.


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EFT e pesquisa científica

Um video onde Dawson Church, um doutorado americano que tem feito muito pela investigação científica dos efeitos de EFT. (ver CV)

Também tem sido responsável por levar oo EFT, numa das suas vertentes, Clinical EFT, à comunidade psicoterapeutica.

Aqui Dawson Church fala do que acontece no corpo quando se aplica EFT., e como a sistema mental está profundamento ligado ao corpo e tudo o que se passa com cada pessoas.

 

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Fobia de elevadores

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Simão chegou com uma fobia de elevadores. Contou que esta situação já durava há algum tempo mas que “o medo tem vindo a aumentar e começa a limitar a minha vida”.

Perguntei-lhe o que sentia quando entrava num elevador. Ele explicou que era como se “uma coisa viesse em direção à minha cara e me retirasse o ar”. Começámos então por trabalhar com essa sensação. Recorremos bastante à técnica de visualização e às sensações físicas que o Simão tinha quando entrava em elevadores. Ao sintonizar-me com tudo o que ele estava a sentir, tornou-se intuitivo guiá-lo e ir trabalhando as várias camadas e aspectos do problema (todas as lembranças, pânico interno, ansiedade por se sentir a sufocar, etc.).

Este foi um tratamento bastante rápido, foram precisas apenas duas sessões (4 horas ao todo). No final da primeira sessão, perguntei se podíamos fazer um teste e o Simão aceitou, dizendo que já se sentia confortável para tentar. Levei-o ao elevador do meu prédio e pedi-lhe que entrasse. Ele conseguiu fazê-lo com relativa facilidade, sem se sentir a sufocar.

Quando se encontrou comigo para a segunda sessão, o Simão contou-me que já entrava muito mais facilmente nos elevadores do seu local de trabalho. Trabalhámos nas pequenas sensações que ainda restavam e, no final, fomos até ao elevador novamente. Ele disse que se sentia “bem, como se estivesse em outro local qualquer”. A sua fobia tinha desaparecido.

Esta é uma das características mais incríveis da EFT, a rapidez com que atua. Desde que sejam trabalhados todos os aspetos, todos os pequenos sinais e sintomas que aparecem no corpo, vão-se libertando os pequenos gatilhos que ativam a fobia e esta acaba por ser eliminada.

Se tem alguma coisa que gostaria (ou precisa) de fazer mas que evita por lhe causar desconforto, venha experimentar EFT e mude tudo isso rapidamente.


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Controlo, fobia, insegurança, ataque de pânico

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Controlar é uma tentativa de manter os acontecimentos previsíveis.  Controla-se quando se desconfia que algo de mal pode acontecer ou que pelo menos aquilo que se deseja que aconteça pode não acontecer. Controlar é ter insegurança, é sentir medo.

Para quem é “controlador” esta sensação de precisar de ter tudo verificado, vigiado, medido, pensado, …  é um imperativo interno que nasceu de uma emoção de medo profundo, muitas vezes num período da vida em que nem existe a noção do medo; nos primeiros meses de vida ou até da vida intra-uterina.

Toda esta tenção existe por um qualquer motivo e representa um gasto de energia e de pensamento enorme que desgasta aos poucos a vida emocional de quem passa por isso. Com o tempo pode até tornar-se num comportamento de obsessivo compulsivo, pânico, rigidez de pensamento e limitar a livre expressão da vida.

Com EFT, podemos chegar a essa emoção, e ir retirando as suas várias camadas, até recuperar um estado de atenção focada mas livre da pressão de controlar. Aprende-se a fluir mais com os acontecimentos e a ajustar-se a novas circunstâncias com facilidade.

Uma das minhas clientes, Maria, de cada vez que saia de casa precisava de cumprir o seu ritual de verificar as janelas, as portas, os eletrodomésticos. Se tudo estava fechado e apagado. Era muito cansativo, demorava muito tempo e o desconforto e necessidade de controlo foi aumentando com o tempo.  Quando chegou à minha consulta estava desconfortável por estar num novo local e não saber o que esperar. No fim da primeira sessão relatou-me que tinha melhorado bastante e já não necessitava de verificar tudo nem tantas vezes.  Gradualmente nas sessões seguintes o pânico de que algo pudesse correr mal foi passando e Maria retomou a sua vida finalmente sem se preocupar com todos assuntos de segurança que tinha sentido antes.

Outra cliente, Sónia, tinha uma questão intima relacionada com um problema intestinal e o uso da casa de banho. Antes de sair de casa tinha de ter a certeza que todas as questões tinham ficado resolvidas a esse respeito, várias vezes. Além disso, a ideia de usar qualquer casa de banho num local público era um terror… a ideia que alguém tivesse a perceção de que ela ia à casa de banho ou o que lá fizesse era impossível.

Apesar de jovem, Sónia, já tinha este problema desde a infância e com o passar dos anos foi-se agravando seriamente. Quando me contactou, estava num pico de controlo, com a sua insegurança num estado elevado fobia, ataques de pânico, muita ansiedade. E sem conseguir sair de casa, pois o problema da casa de banho colocava-se até quando andava de carro. Tudo isto impossibilitava a sua vida normal, pois em cada local a que se deslocava a situação repetia-se. A necessidade de controlar o local da casa de banho, a sua posição dentro de espaço de modo a poder sair sem ser vista, a ideia de que alguém pudesse olhar para ela e perceber que ia à casa de banho… algo que para nós é tão normal, para ela absolutamente incontrolável e dilacerante.

Nas primeiras consultas desloquei-me a sua casa, visto que ela não conseguia sair. E tivemos uma excelente melhoria após a sessão de 2 horas onde abordámos as suas emoções e algumas memórias de onde tudo tinha tido inicio, ela conseguiu ir ao supermercado com um familiar. E foi de carro. Uma enorme vitória.

Com a continuação das consultas focámo-nos nas sensações fisiológicas intestinais, memórias infantis traumáticas relacionadas com a casa de banho na escola, o medo de estar num espaço fechado sem casa de banho, ou medo de estar num espaço e precisar de sair… e mais memórias pouco felizes de vida (como todos temos) mas que juntas ao problema base criavam uma sensação de necessidade de controlar a realidade para se manter a ela segura do julgamento dos outros. Ao fim de algum tempo (eram muitos nós emocionais para resolver) finalmente ficou mais calma em todos os aspetos da vida, conseguindo até ir morar para Bruxelas sozinha e refazer a sua vida profissional e relacional.

Se sente medo exagerado de algo ou se indentifica com algum destes assuntos, ligue-me. Juntos podemos alterar positivamente a sua vida.