Terapia EFT ou Tapping – equilíbrio emocional

(EFT – Técnica de Libertação Emocional) psicoterapia integral: corpo, mente, emoções e energia >>>>> liberte o que precisa de perder. ganhe o que mais deseja.


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Fique com alguém que te ame

No fundo de cada um de nós é mesmo isto que queremos.
Mas o caminho para lá chegar nem sempre é simples nem claro.
E porque é tão difícil encontrar o verdadeiro amor? O que é que procuro sempre e não obtenho?
Os amores da nossa vida reflectem as nossas sombras. Por isso parece, às vezes, que a pessoa muda mas é sempre a mesma… A repetição do padrão negativo, nem sempre é tão óbvia, mas pense: o que é que esta pessoa me faz sentir? em que é que ela me lembra de outras pessoas? e mais profundo ainda, o que é que ela tem que me faz lembrar os meus pais (ou cuidadores primários)?
Bem lá no longe… os aspectos mais difíceis e dolorosos, são aí que se encontram a origem dos padrões…
Lá longe, na infância aprendemos a reagir de determinado modo para podermos sobreviver, superar as dificuldades e obtermos a atenção de quem nos cuidava. E elaborámos uma estratégia… cada um com a sua.
Este modo emocional de funcionar na relação, torna-se totalmente inconsciente, e repete-se e repete-se ao longo do tempo até… quando? é um beco sem saída?
Normalmente é. E vai-se agravando ao longo do tempo, também, com uma espécie de “vontade” do padrão se tornar consciente e se poder libertar…  mas até aí apenas repetimos, mais uma e outra vez a mesma emoção de base.
A boa notícia é que é possível libertar estes padrões inconscientes, não pela força de vontade ou de controlo, mas contactando com a emoção que precisa de ser acalmada e colmatada. Depois também é necessário recriar toda a estrutura emocional necessária para ter uma boa relação amorosa completa e que implica quebrar com os vários sabotadores internos perante o parceiro ideal.
Com EFT isso é possível. É verdade que é necessário empenho e capacidade de encarar alguns assuntos difíceis… mas o resultado final é fantástico, não é?
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Corporizar

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Temos um corpo.
Pensamos, sentimos e vivemos dentro deste corpo.
Toda a nossa história está guardada nele.
Há sinais que refletem a nossa história: tensão, rigidez, peso, dor são sentidos no corpo. Também são corpóreas as sensações metafóricas como as borboletas no estômago, o congelar, o nó na garganta, o coração partido, a o peso no mundo nos ombros, uma pedra no peito, faca cravada nas costas, o estômago em chamas, engolir sapos, os pensamentos a andar à roda…
Todos estes sinais são sentidos no corpo. A alguns o nosso pensamento dá um nome (uma etiqueta) de acordo com uma aprendizagem: tristeza, frustração, perda, traição… A outros não damos nome e fica a sensação de incómodo e de algo que permanece.
Todos estes sinais, os com etiqueta e os sem etiqueta, desde os mais subtis aos mais intensos chamamos emoções. As emoções são os sinais que sentimos no corpo em resultado de algo que aconteceu externamente. Para nos “avisar” do que se passa e seguirmos o caminho mais apropriado para nós. Claro que há muitas emoções deslocadas e não adequadas à situação. Isso quer apenas dizer que existe um excesso acumulado e que explode com algo muito pequeno – a gota de água.

E porque acontece assim?
O nosso corpo é mais do que fisiologia. Tem matéria e tem algo invisível, e estes dois aspectos estão interligados. Somos um sistema holístico, dinâmico, interdependente e “inter-influenciável”: quando actuamos num dos componentes, todos sofrem uma alteração. Somos o corpo, o comportamento, a mente, o pensamento, o espírito, e subjacente a tudo, a energia que faz parte das partículas mais pequenas de nós: todos os “quanta” que compõem os átomos de cada corpo.
Esta energia é não visível, mas mensurável através de alguns processos.
E esta energia idealmente deveria correr livre e em fluxo constante, para sermos perfeitamente livres de bloqueios. No estado ideal tudo acontece no mundo, a informação entra no fluxo individual de energia e é imediatamente libertada, deixando uma aprendizagem apenas. No entanto, por motivos misteriosos, não acontece assim.
Gosto da dar a imagem de um rio poderoso, limpo, forte, cheio de natureza e vida. Por algum motivo dão-se derrocadas em vários locais, por motivos diferentes. Em cada local, cria-se uma zona de estagnação onde mais detritos do rio se acumulam: pedras, troncos, restos de outras coisas.  Estas zonas começam a bloquear o curso do rio, e quanto mais estagnação há, mais detritos se acumulam até o fluxo do rio ficar seriamente perturbado. Em vez de ser um rio forte e poderoso há um rio poluído e estagnado, com barragens de detritos. Estes detritos são acumular das emoções, histórias da vida, aprendizagens, condicionamentos culturais, sociais, familiares, traumas…  Na história das nossas vidas há um acumular de mau-estar e tudo o mais que tentamos libertar de várias maneiras.

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E o que fazer com tudo isto?
A resposta que o EFT apresenta, é o seu nome – Técnica de Libertação Emocional. Aquilo que o EFT faz é encontrar e conectar essas emoções guardadas e desvanecê-las através de um processo simples muitas vezes chamado de acupuntura sem agulhas.

E o que acontece a seguir?
Quando a emoção /pensamento se desvanece fica a sensação de leveza, desligamento, alívio. O assunto deixou de ter a importância anterior. E para terminar de modo emporerador, colocamos nesse lugar algo positivo e forte.

E é assim tão simples?
É simples, rápido e eficaz. No entanto, não é mágico 🙂 A prática é necessária, tal como com qualquer outra prática, e leva aos resultados desejados.

E podemos usar em quê?
O criador da técnica, Gary Craig, diz ” experimentem em tudo”. E assim é. Tudo o que produza alívio e leveza já é algo diferente e uma melhoria.
Quando a emoção é completamente libertada, sentimos, pensamos e temos comportamentos diferentes. E é esse o resultado de limpar as barragens estagnadas e o fluxo do rio ser reposto.  É encontrar o equilibro emocional.
É ser, cada vez mais naturalmente, o verdadeiro ser único que somos. Trazer à luz e fazer brilhar a luz que nos anima.


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Stress pós-traumático

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Stress pós-traumático resulta da contínua lembrança do choque sofrido num evento traumático, como se vivesse esse acontecimento vezes sem conta.

Normalmente associado a traumas de guerra,  pode ser mais comum do que se pensa e estar ligado a  ter sido atacado por um cão ou ser assaltado na rua, ou em casa. e claro que assuntos mais graves, como uma agressão violenta, ou uma violação também se enquadram neste caso.

Mesmo sem sofrer ferimentos, o trauma e o choque emocional criaram um bloqueio energético, que forma um circuito fechado de stress e ansiedade, que provocam sintomas como insónia, pesadelo recorrentes, insegurança generalizada, ataques de pânico ou raiva, por vezes uma obsessão ligada ao que aconteceu, sentimentos depressivos e suicidas, um mal estar profundo que nos casos mais graves é compensado com uso de drogas ou álcool para conseguir esquecer.

stress post traumatico

Com EFT é fácil e rápido retirar todos os sintomas. De referir os estudos levados a cabo por Dawson Church em 2013, em que os sintomas de Stress pós traumático em veteranos de guerra baixou 64% apenas após 6 horas de tratamento. Outro estudo de 2016 referiu que 90% de veteranos submetidos a um tratamento mais longo nunca mais tiverem sintomas de recaída de nenhum género.

Estes estudos são apenas alguns dos que suportam a rapidez eficácia do tratamento com EFT em casos considerados graves e de difícil tratamento.

E a si, aconteceu-lhe algo que se lembra e relembra sem conseguir interromper o ciclo? Sofre de algum dos sintomas referidos?  Experimente EFT e sinta tudo isso a desaparecer.

 


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Abraçar a mudança

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Muitas pessoas conformam-se na situação de ir indo, sobrevivendo, ou escondendo-se da sua dor, ou esperando meses ou anos a fio para que o tempo a apague…
No entanto, observo o que me parece uma perda de tempo de vida, vivida sem alegria ou com a falsa alegria da distração.

Distração? Como? É que em vez de enfrentarem tudo o que for possível enfrentar e investir nesse processo, distraem-se com as tricas dos outros, com compras, concertos, férias.. ou fazer muitas atividades. Nada disto é negativo em si. É até fantástico manter uma vida ativa e diversificada. mas quando se pergunta “como estás?”  está-se sempre “indo”, ou “bem” ou “fui de férias mas devia lá ter ficado”, nota-se uma falta de vivacidade e até de propósito em tanta atividade.

Há realmente assuntos de vida complexos. Nem sempre conseguimos ter capacidade de resolver tudo ou podemos mesmo intervir em algumas coisas. Mas podemos sempre mudar o que sentimos em relação a qualquer coisa. E isso muda tudo!

E se decididamente enfrentasse o dragão no seu armário?
O dragão desaparecia e toda a energia que gasta a mantê-lo preso serve para criar novas oportunidades e novas vidas.
Pode doer um pouco enfrentar as dores, mas com EFT, cada uma delas passa bem rápido. E fica livre para a vida.


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Controlo, fobia, insegurança, ataque de pânico

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Controlar é uma tentativa de manter os acontecimentos previsíveis.  Controla-se quando se desconfia que algo de mal pode acontecer ou que pelo menos aquilo que se deseja que aconteça pode não acontecer. Controlar é ter insegurança, é sentir medo.

Para quem é “controlador” esta sensação de precisar de ter tudo verificado, vigiado, medido, pensado, …  é um imperativo interno que nasceu de uma emoção de medo profundo, muitas vezes num período da vida em que nem existe a noção do medo; nos primeiros meses de vida ou até da vida intra-uterina.

Toda esta tenção existe por um qualquer motivo e representa um gasto de energia e de pensamento enorme que desgasta aos poucos a vida emocional de quem passa por isso. Com o tempo pode até tornar-se num comportamento de obsessivo compulsivo, pânico, rigidez de pensamento e limitar a livre expressão da vida.

Com EFT, podemos chegar a essa emoção, e ir retirando as suas várias camadas, até recuperar um estado de atenção focada mas livre da pressão de controlar. Aprende-se a fluir mais com os acontecimentos e a ajustar-se a novas circunstâncias com facilidade.

Uma das minhas clientes, Maria, de cada vez que saia de casa precisava de cumprir o seu ritual de verificar as janelas, as portas, os eletrodomésticos. Se tudo estava fechado e apagado. Era muito cansativo, demorava muito tempo e o desconforto e necessidade de controlo foi aumentando com o tempo.  Quando chegou à minha consulta estava desconfortável por estar num novo local e não saber o que esperar. No fim da primeira sessão relatou-me que tinha melhorado bastante e já não necessitava de verificar tudo nem tantas vezes.  Gradualmente nas sessões seguintes o pânico de que algo pudesse correr mal foi passando e Maria retomou a sua vida finalmente sem se preocupar com todos assuntos de segurança que tinha sentido antes.

Outra cliente, Sónia, tinha uma questão intima relacionada com um problema intestinal e o uso da casa de banho. Antes de sair de casa tinha de ter a certeza que todas as questões tinham ficado resolvidas a esse respeito, várias vezes. Além disso, a ideia de usar qualquer casa de banho num local público era um terror… a ideia que alguém tivesse a perceção de que ela ia à casa de banho ou o que lá fizesse era impossível.

Apesar de jovem, Sónia, já tinha este problema desde a infância e com o passar dos anos foi-se agravando seriamente. Quando me contactou, estava num pico de controlo, com a sua insegurança num estado elevado fobia, ataques de pânico, muita ansiedade. E sem conseguir sair de casa, pois o problema da casa de banho colocava-se até quando andava de carro. Tudo isto impossibilitava a sua vida normal, pois em cada local a que se deslocava a situação repetia-se. A necessidade de controlar o local da casa de banho, a sua posição dentro de espaço de modo a poder sair sem ser vista, a ideia de que alguém pudesse olhar para ela e perceber que ia à casa de banho… algo que para nós é tão normal, para ela absolutamente incontrolável e dilacerante.

Nas primeiras consultas desloquei-me a sua casa, visto que ela não conseguia sair. E tivemos uma excelente melhoria após a sessão de 2 horas onde abordámos as suas emoções e algumas memórias de onde tudo tinha tido inicio, ela conseguiu ir ao supermercado com um familiar. E foi de carro. Uma enorme vitória.

Com a continuação das consultas focámo-nos nas sensações fisiológicas intestinais, memórias infantis traumáticas relacionadas com a casa de banho na escola, o medo de estar num espaço fechado sem casa de banho, ou medo de estar num espaço e precisar de sair… e mais memórias pouco felizes de vida (como todos temos) mas que juntas ao problema base criavam uma sensação de necessidade de controlar a realidade para se manter a ela segura do julgamento dos outros. Ao fim de algum tempo (eram muitos nós emocionais para resolver) finalmente ficou mais calma em todos os aspetos da vida, conseguindo até ir morar para Bruxelas sozinha e refazer a sua vida profissional e relacional.

Se sente medo exagerado de algo ou se indentifica com algum destes assuntos, ligue-me. Juntos podemos alterar positivamente a sua vida.


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Estudo científico – Clinical EFT

Neste estudo Dawson Church, apresenta um estudo sobre o estado do EFT no mundo e apresenta uma versão de EFT, regulada, com um protocolo sistematizado, de modo a poder entrar no mundo da ciência regulada e a ser aprovado como método recomendado pela Associação Americana de Psicologia.

É um artigo extenso em que se propõe o EFT como um Tratamento Empiricamente Validado e onde se apresentam as conclusões de estudos sobre vários assuntos, nomeadamente:
Problemas psicológicos: ansiedade, stress pós-traumático, fobias e depressão
Problemas fisiológicos: dor e auto-imunidade
Desempenho: cumprir objectivos no desporto, negócios e escolares ou académicos

As conclusões gerais são que o EFT apresenta sempre beneficios, mesmo com poucas sessões, que esses benefícios se mantém ao longo do tempo (dependendo do tipo de condição) e que o EFT pode ser aplicado em sessões individuais ou em grupo obtendo sempre efeitos positivos, sendo seguro e não apresentando efeitos secundários mesmo em auto-aplicação.

TODO O ESTUDO

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Dawson Church, PhD, o sucessor de Gary Craig na manutenção do site EFTUniverse.com, médico e pesquisador na área da saúde mental e psicologia energética, tem um longo percurso científico e apresentou vários trabalhos sobre a medicina alternativa e energética no tratamento de várias desordens emocionais e psicológicas. Tem feito um excelente trabalho na sistematização e divulgação do EFT.
Biografia sobre Dawson


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Estudos científicos – EFT e depressão

A depressão é um estado devastador e que retira grande parte (se não a totalidade) da capacidade de acção e de funcionamento na vida.

Muitas vezes incompreendida, por não haver causas aparentes para a sua existência, é no entanto, para quem padece deste estado, um real e profundo sofrimento.

Desde um estado ligeiro depressivo passageiro ou de reação a circunstâncias adversas, a estados de profundo desânimo, a principal característica é a sensação de desistência, de que nada vale a pena. Já se passou o limiar de tudo o que se sentiu antes… e parece que nada vai mudar.

Os efeitos do EFT em casos de depressão são claros para quem observa e podem notar-se melhorias desde a primeira sessão.

No entanto a “cura” da depressão é um processo que implica um olhar sobre um grande número de assuntos interligados e a sua pacificação emocional, o que pode ser um processo de duração variável.

Depressão e EFT

Este é um dos vários estudos feitos sobre EFT e sua aplicação sistematizada sobre pacientes com diagnóstico depressivo.


Os resultados mostram que EFT é altamente eficaz na redução dos sintomas depressivos numa amostra diversificada de população. O efeito pós-teste é maior do que em estudos semelhantes relacionados com a aplicação de medicamentos e psicoterapia.
Os pacientes mantêm os ganhos ao longo do tempo quer tenham tido terapia em grupo ou individual.

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Conclusions

The results show that Clinical EFT were highly effective in reducing depressive symptoms in a variety of populations and settings. EFT were equal or superior to TAU and other active treatment controls. The post test effect size for EFT (d = 1.31) was larger than that measured in meta-analyses of antidepressant drug trials and psychotherapy studies. EFT produced large treatment effects whether delivered in group or individual format, and participants maintained their gains over time. This meta-analysis extends the existing literature through facilitation of a better understanding of the variability and clinical significance of depression improvement subsequent to EFT treatment.

Todo o texto AQUI

 


Referências e outros estudos científicos sobre o EFT aplicado AQUI